Victor | Tribox

Conheça 12 Técnicas de SEO antigas que você PRECISA parar de usar

O mundo dos negócios é cheio de ferramentas e estratégias tradicionais que costumam ser descritas como “old but gold“, ou no bom português, antigas, mas valiosas.

No marketing digital, e, especificamente nas técnicas de SEO, nem sempre existe lugar para o uso de estratégias antigas, e isso acontece pelo simples fato de que os algoritmos do Google e demais mecanismos de busca são recorrentemente aprimorados.

Ou seja, o que ajudava a otimizar um site ou conteúdo para obter mais e melhores resultados orgânicos em 2003 pode penalizar suas estratégias nos dias atuais.

É preciso ter em mente que o principal objetivo dos buscadores é trazer a melhor resposta e experiência de pesquisa para seus usuários. E é baseado nisso que, ao longo de suas várias atualizações, o Google busca aprimorar suas condicionantes para que elas encontrem os conteúdos mais relevantes.

Veja a evolução de algumas das atualizações mais marcantes:

*Florida (2003): foi a primeira grande atualização do algoritmo do Google e tirou uma boa parte dos sites de baixa qualidade estrutural dos destaques das pesquisas;

*Panda (2011): se a Florida focava a estrutura, a Panda e boa parte das atualizações seguintes miravam a melhoria do conteúdo, prestigiando, por exemplo, sites e publicações com poucos anúncios interruptivos de leitura;

*Pinguim (2012): atualização focada em backlinks. O Google passava a punir links adquiridos de forma não natural;

*Humminbird (2013): inseriu a importância da semântica da palavra-chave e facilidades como recursos de sugestão de buscas para os usuários;

*Rankbrain (2015): trouxe a inteligência artificial para contribuir para interpretação e apresentação dos resultados. Nesse mesmo ano, a Google também havia lançado uma atualização que privilegiava conteúdos amigáveis para os smartphones que foi chamada de Mobilegeddon.

Em 2018 algumas atualizações corrigiram falhas do algoritmo chamado Fred, deram ênfase aos conteúdos amigáveis para pesquisas realizadas no smartphone, mas, a que mais repercutiu foi, sem dúvidas, aquela que penalizava conteúdos de baixa autoridade YMYL (Your Money or Your Life / Seu dinheiro ou sua vida).

Sites que exploram esse tipo de conteúdo, segundo o Google, podem afetar a futura felicidade, saúde, estabilidade financeira ou segurança dos usuários. Por isso uma exigência maior por parta da autoridade e confiabilidade desses sites e autores.

Com tantas atualizações, estratégias que antes produziam excelentes resultados de performances agora podem ser consideradas técnicas black hat dignas de penalização pelos mecanismos de buscas.

Quer saber se alguma delas ainda fazem parte de suas ações de marketing digital? Confira a lista que merece sua atenção: Marketing de Conteudo

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